segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Guerra psicológica para sustentar as guerras militares








Guerras só existem quando há apoio popular. Sem apoio, as guerras não duram no tempo.

Por isto, é muito importante gerar sentimentos e impregnar pensamentos que justifiquem o uso da violência.

O que está em jogo é a forma como cada cidadão percebe e SENTE o mundo.



Quem não se lembra quando a Rede Globo mostrava o "Grande Satã Sadam Hussein"?

Sadam foi retratado como o homem terrível que tinha armas químicas e que ameaçava o planeta.

Uma guerra psicológica para justificar a guerra maciça contra um país.









Um grupo de países, liderados por EUA e Inglaterra invadiram  o Iraque e ....

NÃO EXISTIAM ARMAS QUÍMICAS.

O resultado foram milhões de crianças mortas, aleijadas, traumatizadas, sem escola e sem outra referência que não seja a violência.


Os donos da Rede Globo, da Bandeirantes, etc sequer se sentem culpados pela mentira que contaram.

Estão mais ricos, mais poderosos, mais influentes.

E continuam criando ódios. Outros ódios para as pessoas serem manipuladas. 

Eles são parte de uma estratégia para impregnar pensamentos na mente das pessoas. 

Se há esforço, é porque eles sabem que vale a pena este esforço de criar condições para que as guerras aconteçam e NÃO PAREM de acontecer.


O texto que lhes recomendo não fala do Iraque, mas fala do Afeganistão.

Quem quer lutar pela paz tem que saber como as forças destruidoras agem para se justificar frente a opinião pública mundial.

Abaixo um trechinho do texto:


"Em 26 de Março, o grupo publicou um documento notável que esboça a estratégia da Agência para manipular a opinião pública europeia sobre o apoio declinante à guerra no Afeganistão...."

O endereço do texto é este: 
http://resistir.info/europa/manipulacao_cia.html

Boa leitura!








PS: Uma das maiores estratégias de controle da mente usadas atualmente é gerar a impotência. Ou seja, a pessoa é sempre vítima. Em uma recente reportagem, a revista ultraconservadora Veja "explicou" para as mulheres que elas foram enganadas pelo feminismo. Ou seja, elas são vítimas; a culpa é do outro se existe algo errado na vida delas. Outro exemplo: a obesidade. Obesidade, segundo a propaganda médica, é uma doença que a pessoa sofre - de novo a vítima impotente.


A pessoa que se sente impotente tende a desenvolver raiva, rancor e ódio. Por não se ver capaz de solucionar seu caso, ela tende a acreditar e a comprar soluções fantasiosas e ilusórias.


Os grandes meios de comunicações, junto com o poder econômico dos grandes conglomerados, repetem milhões de vezes as mesmas soluções ilusórias para solucionar os problemas da pessoa e da humanidade.


Mentalize: Sou o responsável pela minha vida




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Você vai lutar ou ficará paralisado como uma vítima?

Reflita nos pensamentos abaixo:


"Quem é livre é menos vítima e mais senhor da sua própria história".


"A pessoa que se percebe como vítima, ao culpar os outros, perde a chance de fazer a reflexão básica: como contribuo para o que está acontecendo? Que qualidade ou habilidade posso desenvolver para superar mais facilmente este obstáculo?

Lembre-se: culpar o outro é muito pouco produtivo para sua evolução espiritual e pessoal.

O correto é focar e agir. É assim que se conquista qualidades e habilidades para viver melhor."


"Você permite muita coisa em sua vida. Seja por ter medo de perder algo importante. Seja por não ter se preparado para ter independência. Seja por não acreditar na sua força, etc.

Você permite! Não é vítima, é partícipe."


"Tenha sempre na consciência a decisão de não viver como vítima. Desta forma, as soluções desprezadas poderão ser postas em prática."


"Não seja a vítima que pede e espera uma solução que vem de outro. Seja o guerreiro inovador que busca soluções e desenvolve qualidades pessoais – e promove o bem."


"A luta se dá dentro da mente de cada um. Se você se ver como vítima, agirá em sintonia e coerência com esta visão pessoal."


Regis Mesquita
Blog Caminho Nobrehttps://caminhonobre.com.br/











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