sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O homem que abandonou as pequenas mentiras e passou a viver satisfeito e alegre







Regis Mesquita




Ele se satisfazia com as pequenas mentiras que contava.

Suas falas eram repletas de desejos que modificavam a realidade. A viagem ficava mais interessante, sabia mais sobre os assuntos, suas experiências de vidas ficavam bem maiores...

Com as pequenas mentiras ele tornava-se mais, mais conversador, mais inteligente, mais agradável.

Ele gostava disto.

Um dia ele leu na internet: "a energia que você gasta para construir uma máscara com as pequenas mentiras é a mesma que você retira do seu eu verdadeiro, tornando mais pobre e menos interessante".

Um "raio" atingiu a sua mente. Na mesma hora ele lembrou das centenas de vezes que não teve interesse e nem motivação para tornar sua vida verdadeiramente mais interessante.

Sua mente estava condicionada desta forma: para que agir de verdade, se nas pequenas mentiras posso tornar tudo melhor?

Ele decidiu que seria verdadeiro, absolutamente verdadeiro. Iria alimentar seu eu verdadeiro.

No início ele sentiu-se um homem desinteressante e bobo. Depois, ele descobriu que tinha forças para viver de verdade, viver intensamente.

Ele passou a vida controlando-se para não contar as pequenas mentiras.

Não queria empobrecer seu eu verdadeiro.

Alguns anos depois percebeu que era o homem mais satisfeito e realizado de todos que o rodeavam.

Tinha motivação, tinha alegria, tinha bem estar.

Continuava controlando seu desejo de criar pequenas mentiras. Sabia que era assim que ajudava a manter sua vida sempre ativa e satisfeita.

Seus amigos, infelizmente, continuavam com as pequenas mentiras e grandes frustrações.

Aproveite este momento e mude.




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A verdade é uma das facetas da bondade. Abandone as mentiras




Para refletir:

“As pessoas têm dificuldade de abandonar seus sofrimentos. Por medo do desconhecido, elas preferem sofrer com o que é familiar”
Thich Nhat Hanh

Escolher o que é REALMENTE bom é uma das regras para atingir a felicidade.

Todavia, existe um preço a pagar: entrar no desconhecido.

A vida rica de experiências e qualidades é muito dinâmica.

Regra um: qualidades e habilidades desenvolvidas tornam a vida mais dinâmica. 

Vida dinâmica significa ter que enfrentar o desconhecido inúmeras vezes.

O lado “bom” da mediocridade é que tudo torna-se familiar. Tudo se repete ao longo do tempo e do espaço. Tudo fica conhecido.

Algumas pessoas chegam ao absurdo de odiar o que não é familiar ou o que desafia seu entendimento.

Querem a segurança do tudo igual; desprezam tudo e todos que sejam diferentes.

Desta forma sofrimentos são criados, preconceitos incentivados e mentiras propagadas.

O respeito começa quando existe a opção de não aumentar o sofrimento de ninguém. 

É o início de uma transformação sadia.

Regis Mesquita



Reflexão originalmente postada na página Nascer Várias Vezes do Facebook.
Clique aqui para conhecê-la. 



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