terça-feira, 21 de junho de 2011

Os maiores arrependimentos das pessoas no momento da sua morte. O que mais incomoda os doentes terminais ao refletirem sobre suas vidas.




O seu caminho é somente seu. Outros podem acompanhá-lo, mas ninguém pode caminhar por você. Saiba mais sobre o momento da morte.




O Amigos do site Psicologia Racional,

O autor do texto é um enfermeiro que cuida de pacientes terminais. Abaixo segue o texto que revela sua experiência com estas pessoas nos momentos finais da vida:

Os maiores arrependimentos no momento da morte

Por muitos anos eu trabalhei com cuidados paliativos. Meus pacientes eram aqueles que iam para casa para morrer. Compartilhamos juntos muitos momentos especiais, eu estava com eles nas últimas três ou quatro semanas de suas vidas.


As pessoas crescem muito quando estão frente a frente com a própria finitude.  Algumas mudanças são profundas. Cada experiência comporta uma variedade de emoções, como raiva, medo, remorso, negação e, as vezes, aceitação.

Quando questionados sobre algum arrependimento que tinham ou sobre algo que fariam diferente, alguns temas repetiam sempre. Aqui estão os cinco mais comuns:


1- Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim.

Este foi o lamento mais comum de todos. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim, é fácil perceber que muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinha honrado a metade de seus sonhos e morreram sabendo que era devido as escolhas que fizeram.

É muito importante ser fiel a pelo menos alguns de seus sonhos ao longo da vida. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade muito poucos percebem, até que eles já não têm.


2- Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.

Todos os homens e a maioria das mulheres disseram isto. Eles perderam a juventude de seus filhos e companheirismo da parceira. Eles lamentaram profundamente terem colocado o trabalho em primeiríssimo plano.

Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo da vida, é possível que você não precise da quantidade de dinheiro que você imagina precisar. E, pela criação de mais espaços em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades mais adequadas ao seu novo estilo de vida.




3- Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos, a fim de manter a paz com os outros. Como resultado, estabeleceram uma existência medíocre e nunca se tornaram quem realmente eles eram capazes de se tornarem. O resultado foi que desenvolveram muita amargura e ressentimento, chegando a adoecer em função destes sentimentos.

Nós não podemos controlar as reações dos outros. Embora as pessoas possam inicialmente reagir negativamente quando você começar a falar francamente, no final a relação atingirá um nível mais saudável e sincero. Outra possibilidade é que a relação doentia se rompa, a partir do momento que você for honesto. De qualquer maneira, você ganha por ficar livre desta relação doentia.



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4- Eu gostaria de ter mantido mais contato com meus amigos.

Geralmente as pessoas não têm consciência da importância dos velhos amigos até semanas antes de morrer. A maioria havia se fechado tanto na própria vida que tinham vivido afastados das grandes amizades. Nos momentos que precederam a morte tiveram grande arrependimento por não terem dado às amizades o tempo e o esforço que elas mereciam. Todo mundo sente falta dos amigos quando estão morrendo.

É comum em um estilo vida agitado permitir que as amizades se dissipem. Mas quando você se depara com sua morte o dinheiro e o status perdem importância. Eles querem fazer coisas em benefício daqueles que amam. Normalmente, porém, eles estão muito doentes e cansados para gerenciar essa tarefa. Assim, tudo o que resta nas últimas semanas é o amor e relacionamentos.


5- Eu queria ter me feito feliz (priorizado ser feliz) 

Este arrependimento é surpreendentemente muito comum. Muitos não perceberam, até chegar o momento do fim, que a felicidade é uma escolha. Eles ficaram presos em velhos padrões e hábitos. O medo da mudança e a acomodação na zona de conforto os fizeram aceitar o sofrimento e desprezar a necessidade de mudança, eles descobriram que viveram fingindo para os outros e para si mesmos. Lá no fundo, eles ansiavam rir e serem verdadeiramente livres.

Quando você está no seu leito de morte, o que os outros pensam de você deixa de ser importante. Nesta situação você é capaz de voltar a sorrir. É maravilhoso ser capaz de deixar as “coisas para lá” e sorrir, mesmo que seja um pouco antes de morrer.

A vida é uma escolha. Esta é a sua vida. Escolha com consciência, escolha sabiamente, escolha com honestidade. Escolha a felicidade.



PS: Amigos do site Psicologia Racional, fiz uma tradução livre do texto. Quem quiser ler diretamente do inglês o link é este: http://www.inspirationandchai.com/Regrets-of-the-Dying.html




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Recomendo a leitura de três capítulos do livro Nascer Várias Vezes que estão diretamente relacionados com o tema deste texto:

- Problemas físicos, doenças, mudança de vibração e curas
- Aproveitar as boas oportunidades da atual encarnação para evoluir e amadurecer
- Morrer não é ruim para a maior parte das pessoas



Conheça o livro Nascer Várias Vezes e leia os textos do blog











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Assista o vídeo de apresentação do livro Nascer Várias Vezes.






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