quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Para entender melhor o racismo que assola a Europa. Muçulmanos na Europa respeitam os cristãos que os acolheram?




Muçulmanos na Europa que não respeitam as pessoas





Em 2011, um sujeito chamado Anders B. Breivik matou 76 pessoas para "protestar" contra o que ele chama de invasão da Noruega por estrangeiros, principalmente islâmicos. Por outro lado, os imigrantes atuais que chegam na Europa possuem algumas características muito negativas. O tipo de imigração que está acontecendo nestes países é muito diferente daquela que sempre presenciamos no Brasil.

No Brasil, todos que vieram para cá, viveram em paz e harmonia (me refiro aos imigrantes que vieram por vontade própria). Na faculdade tive alguns grandes amigos, uma filha de chineses, outra filha de judeus, netos de italianos, portugueses, japoneses, etc. Todos aceitaram o Brasil, nossa terra e nossa cultura.

Como ardoroso defensor dos direitos humanos, defendo que as pessoas possam viver onde bem entenderem - dentro de determinados limites.



Foi com esta mentalidade que tive uma conversa (em 2000) com um imigrante do Sudão, que vivia na Itália fazia um ano. Ele dizia que as leis italianas que proibiam a retirada dos grandes lábios da vagina das meninas e a posterior costura dos genitais deveria valer apenas para os italianos.

Ele estava muito irritado e revoltado. Dizia que, como muçulmano, a única lei que ele deve seguir era a de sua religião. Ao lado dele, correndo pela estação de trem de Milão, estava sua filha de 3 anos. Eu pensei: "quando será que este cara vai mutilar esta criança"?

Conversei com dezenas de imigrantes não latinos. Praticamente todos revelaram muito pouco desejo de aceitar a cultura da Europa. Fiquei preocupadíssimo com isto.

Estas experiências com o perfil da imigração na Europa me espantou. Me espantou a intolerância destes imigrantes e sua agressividade. Se sentiam vítimas das leis que garantem os direitos humanos na Europa. 


Era de se esperar uma reação.

A reação muitas vezes são iniciadas por pessoas desequilibradas. O massacre na Noruega foi um exemplo: o sujeito atacou um acampamento da juventude socialista. A juventude socialista da Noruega tem um belo trabalho de integração e de defesa dos direitos humanos dos imigrantes. Ou seja, eles tentam conter a onda de ódio por parte dos imigrantes e por parte dos Noruegueses racistas.

O ódio do assassino Norueguês é pelo trabalho de promoção do amor, respeito e aceitação que os assassinados no acampamento da Juventude Socialista desenvolviam.

De um lado temos imigrantes que não querem se integrar (principalmente aqueles que não respeitam as leis de liberdade e garantia de direitos da Europa). De outro lado temos parte da sociedade que quer uma guerra aberta contra estas pessoas. No meio de tudo isto temos aqueles que querem promover o entendimento e a superação das diferenças.



 



Resolvi escrever este texto por causa da notícia abaixo (fonte: Missão Portas Abertas). Pessoas que pediram para viver na Noruega, queimaram o corpo de uma pessoa pelo simples fato de que ela deixou de ser muçulmana e se tornou cristã. Em plena Noruega: um cristão foi atacado, por ser cristão.


Cristão convertido é atacado por muçulmanos

NORUEGA - Um ex-muçulmano convertido ao cristianismo foi atacado com água fervendo e ácido por muçulmanos em um centro de recepção para solicitantes de asilo político na Noruega.


De acordo com a agência Mohabat News, Ali (nome fictício), um solicitante de asilo político em um centro de imigrantes em Jaeren, Noruega, teve água fervendo derramada em seu corpo depois que se converteu ao cristianismo e se recusou a obedecer às regras de jejum do ramadã. Ele e outros convertidos do centro agora temem por suas vidas.

Clique Aqui
Ainda de acordo com a Mohabat News, o incidente foi acompanhado da mensagem de outros solicitantes de asilo: “Se vocês não retornarem ao islã, nós os mataremos”.

Ali não quer revelar seu verdadeiro nome por medo de represálias. Esse também é o motivo pelo qual ele foi fotografado de cabeça baixa na imagem anexa.

A agência noticia que as autoridades afegãs descobriram sobre o incidente, e que por isso ele estava para ser deportado. Ali teme o risco de ser sentenciado à morte por apedrejamento.

Ele sobreviveu ao incidente, mas foi ficou com as costas desfiguradas, cobertas de pele descamada por baixo das bandagens.

Seu companheiro de quarto, Reza, também cristão, tem cuidado de suas feridas que não param de sangrar. Mesmo assim, Ali — com o rosto contorcido em dor — mantém uma voz calma enquanto conta sua história.

“Dois residentes muçulmanos me perguntaram por que eu não havia jejuado durante o ramadã”. Quando eu me recusei a responder, eles começaram a discutir o assunto. “Um deles me disse que sabia que eu era um muçulmano e que havia me convertido ao cristianismo, e que eles deveriam usar a Jihad” disse Ali à Mohabat News.

Ele conta que um dos residentes lhe imobilizou enquanto outro o atingiu atrás da cabeça com uma panela de água fervendo que o fez desfalecer no chão. Vários outros residentes muçulmanos se juntaram ao ataque. Um terceiro homem entrou no quarto de Ali e começou a depredá-lo.

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=7390




Quem quer combater o racismo e o preconceito tem que saber o que está acontecendo. Tem que lidar com a realidade e com a verdade.




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Bom texto sobre o tema: 
Militante do multiculturalismo, Caroline Fourest teme por tempos 'dolorosos e violentos' na Europa




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