sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Presos perigosos têm suas vidas transformadas por cães abandonados. Uma revolução de amor e responsabilidade.




Presidiários cuidam de cães e suas vidas são transformadas





A mesma pergunta é feita em todo o planeta: como recuperar prisioneiros que cometeram atos violentos?

Todos sabem que a melhor forma de combater o crime é recuperando criminosos.

Na Georgia, EUA, um programa diferente (Jail Dogs) está tendo bons resultados.

O programa é simples: cães e gatos abandonados, que iriam para a eutanásia, estão sendo cuidados e treinados por presidiários.

Os presos cuidam deles 24 horas por dia, pois passam a morar juntos (por 12 semanas).

O que é surpreendente é a transformação dos presos, que estão mais sorridentes e relaxados.

Os cães dão um novo sentido para a vida deles.


Cuidar e servir são poderosas fontes de prazer e satisfação.

Os presos sentem-se valorizados, ocupados em fazer o que é bom e generoso.

Ou seja, entram em outra sintonia, em outra vibração.


O detento tem a responsabilidade alimentar, higiênica e de treinamento dos animais.

Esta responsabilidade conjugada com o ato de brincarem e se acariciarem, produz bem estar profundo.

O resultado é que o amor pelos animais se transforma na semente da transformação interior destes prisioneiros.

Cuidar dos animais é mais do que uma simples ocupação.

É a capacidade de ser generoso com outro ser.

Cada minuto do dia fica um pouco melhor porque possuem algo para fazer, cuidar e compartilhar.

O fruto da generosidade e do compartilhar é o amor.



Presidiário treina cão e o salva da morte. Ressocialização



Este vínculo forte entre animais e pessoas, gerando profundo bem estar, também foi percebido na cidade de Sarajevo (Bósnia e Herzegovina).

Em plena guerra civil, onde todos matavam todos, os animais se transformaram em um dos poucos pontos de apoio emocional para a população.

“naquela cidade exaurida e agonizante, onde a única coisa que podia acontecer era um embate de armas, ainda se viam homens, mulheres e crianças levando seus cachorros para passear. “Você precisa sair com ele”, disse um homem na rua, “e então a gente esquece a guerra por um momento. Quando dedica seu tempo a alguma outra coisa, você se esquece um pouco do que está acontecendo.” ...

Isso era Sarajevo em 1993. No meio daquele pesadelo, em que quase nada sobrara, ainda havia amor, mesmo que por um cachorro. Ser capaz de dar algo, para se sentir humano, para se sentir útil para alguém, é um impulso mais forte do que a fome e o medo. Quando esses  relacionamentos são perturbados, nossa fisiologia também é danificada. Nós a experimentamos como dor. O sofrimento é emocional, mas ainda é dor, e com frequência é mais intensa, na verdade, do que o sofrimento físico.” (leia mais aqui)

O servir e o cuidar permitem que o carinho e o amor se transformem em bem estar, satisfação – e paz interior.

Esta combinação é capaz de fazer muito bem para presos ou para pessoas que estão no meio da guerra.

Ela também é capaz de fazer muito bem para você.

Mas, não adianta cuidar uma vez no ano. Ou ajudar uma vez por mês.

É o cuidado constante para com alguém, uma causa ou um animal que permitirá que o bem estar flua através do teu peito e chegue ao seu coração e aos teus lábios, que irão sorrir.


Os animais treinados são enviados para adoção.

Todos se ajudam:

animais despertam sentimentos nobres e dão um sentido útil para a vida dos presidiários.

Presos treinam e salvam a vida dos animais, permitindo que eles continuem a viver.

Quando se tem sentimentos e pensamentos nobres envolvidos é sempre um “jogo” de todo mundo ganha.

Reflita nesta história!

Faça a sua parte e se prepare para ter uma melhor qualidade de vida.





“Como todas as plantas que se viram para a luz solar, precisamos da luz do amor e da amizade. Sem ela, afundamos na ansiedade e na depressão. Em nossa sociedade, forças centrífugas estão constantemente trabalhando para nos separar uns dos outros. E quando não nos separam, frequentemente nos levam a viver com violência verbal em vez de com amor”. (Leia mais aqui)


Autor: Regis Mesquita


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Para refletir:

Manchete da revista Carta Capital

“Suécia fecha 4 prisões e prova: a questão é social

Penas alternativas e investimento na ressocialização de detentos derrubaram a população carcerária e levaram ao fechamento de 4 prisões no país nórdico”.


É o sonho de todo brasileiro – o número de criminosos diminuir e ter mais segurança.

Só que os brasileiros acreditam na ideologia do “jornalismo policial” da televisão.

Eles ficam agredindo aqueles que pensam como os suecos: direitos humanos.

Os políticos suecos NUNCA seriam eleitos no Brasil.

Porque eles pensam diferente. Por isto, o resultado é diferente.

A melhor forma de você proteger sua vida é recuperando bandidos  – ou seja, ressocializando-os.

A segunda melhor forma de se proteger é saber que estes apresentadores de televisão mentem para você.

Você acha que os verdadeiros traficantes são os favelados do RJ?

Eles são os babacas da história (não tenho dó deles).

Os traficantes de verdade estão almoçando nos mesmos restaurantes chiques que os apresentadores de tv  frequentam.

Os filhos estudam nas mesmas escolas, etc.

O sujeito que rouba um carro e revende por 300 reais é menos importante que as quadrilhas que compram estes carros, ganham dezenas de milhares de reais e vão almoçar nos mesmos restaurantes.

Como você pode perceber, o problema é outro. Eles escondem de você.

Enquanto existirem as grandes e ricas quadrilhas, haverá bandidinhos dispostos a ganhar um “troco”.

Lembre-se: para seu próprio bem, o melhor é recuperar os bandidos. 

Recuperar significa trata-los com respeito – não tem outro caminho.

A opção de muitos é continuar tudo como está. A população quer que a polícia persiga os bandidos pequenos e a mídia esconde os bandidos grandes.

Leia também: 





Você tem muito a oferecer, você pode ajudar muito



Dica de leitura:









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