domingo, 18 de outubro de 2015

Conheça o homem que é o inimigo número um da Al Qaeda. Ela paga 60 milhões de dólares para quem assassiná-lo.



Padre Zakaria Brotos o inimigo número um da Al Qaeda





Você não vai assassinar ninguém e, se assinar, certamente não vai receber o dinheiro.

Portanto, o melhor a fazer é conhecer esta pessoa: o padre ortodoxo Zakaria Brotos.

Um padre nada conhecido no Brasil, mas extremamente famoso no Oriente Médio.


Ele é o responsável pela conversão de milhares de muçulmanos para o cristianismo.

Como você sabe, os livros Sagrados do Islamismo pregam a morte de quem faz proselitismo religioso e ajuda muçulmanos a abandonar esta religião.

Através de programas de Tv via satélite, ele prega em árabe para todo o Oriente Médio. Muitos conhecem o cristianismo através dele e decidem livremente tornarem-se cristãos.

Mudar de religião no Brasil não é problema. Mas, nestas culturas é uma decisão muito séria. Muitas vezes a pessoa perde todos seus bens, são proibidos de ver seus filhos, espancados, presos, etc.

Mesmo assim, milhões de muçulmanos estão escolhendo tornarem-se cristãos. Outros tantos estão desiludidos com a religião e tornam-se ateus.


Qual a história do Padre Zakaria Broto?

“Eu sou um copta (Cristianismo Ortodoxo, comum no Egito) . Aos 20 e poucos anos me tornei padre. Claro que, no Egito, predominantemente muçulmano, os cristãos - sacerdotes ou não -  não podem divulgar sua religião para os muçulmanos. Meu irmão mais velho, um cristão apaixonado, aprendeu essa lição tarde demais: depois de pregar aos muçulmanos, ele acabou por ser emboscado por muçulmanos que cortaram sua língua e o assassinaram. Longe de me deter ou começar a odiar os muçulmanos, eu me senti mais obrigado a compartilhar a Boa Nova com eles. Naturalmente, isso criou muitos problemas: eu era constantemente perseguido, ameaçado; uma vez fui preso e torturado por um ano, simplesmente por pregar aos muçulmanos. Autoridades egípcias me acusaram de "apostasia", isto é, por ser responsável pela conversão de muçulmanos ao cristianismo. Outra vez eu fui preso ao embarcar num avião para fora do Egito. Finalmente, eu consegui fugir meu país natal. Morei por um tempo na Austrália e na Inglaterra. Enfim, a minha história de vida com o cristianismo e o islamismo é muito longo e complicado. De fato, um livro inteiro sobre o assunto foi publicado recentemente.” (Fonte)


Porque o Padre Zakaria é tão odiado?

Para escrever este texto eu li dezenas de textos e escutei várias horas de pregação do padre. Minha impressão é que ele é muito eficiente em sua pregação porque conhece muito da história do Islamismo e conhece muito bem os textos sagrados islâmicos.

Sua técnica de pregação consiste em:

1 - usar os textos sagrados do Islã
2 - juntar a estes textos as explicações das próprias autoridades do islã
3 - mostrar supostos limites e incoerências destas explicações
4 – colocar seu ponto de vista

Com esta técnica ele converteu milhares de muçulmanos e fez milhões refletirem sobre suas crenças.

Este texto, em português, mostra sua técnica:


O medo da democracia e da liberdade religiosa

Os dólares dos árabes compra grande parte das notícias que são divulgadas no Brasil sobre a região (oriente médio) e sobre a religião.

É uma grande fonte de renda para determinados grupos de mídia a divulgação de notícias segundo o interesse de quem paga.

Por isto, os constantes assassinatos de cristãos (um milhão em uma década), um genocídio, não é divulgado devidamente.

Também não é mostrado que milhões de muçulmanos estão abandonando esta fé para irem para o cristianismo ou para ficarem sem religião.

Estas conversões livres e pessoais desagrada e gera ódio em pessoas que já possuem o ódio dentro deles.

Veja estas notícias:

1) “Em 1991, 75% dos Adjarians na Georgia eram muçulmanos. Hoje, 75% se tornaram cristãos Ortodoxos”  http://journeytoorthodoxy.com/2013/09/18/mysterious-mass-conversion-from-islam-to-christianity-in-georgia/

2) “Sheikh Ahmad Al Katani; o presidente do “The Companions Lighthouse for the Science of Islamic Law” na Líbia, que é a instituição especializada na graduação de Imans e “pregadores” Islâmicos.” Ele disse: “a cada hora, 667 muçulmanos convertem para o Cristianismo. Todos os dias, 16 mil muçulmanos convertem para o Cristianismo. Todos os anos 6 milhões de muçulmanos convertem para o Cristianismo” (http://journeytoorthodoxy.com/2010/06/06/six-million-african-muslims-convert-to-christianity-each-year/)

Quando pregadores de outras religiões falam diretamente ao coração de muçulmanos, muitos descobrem que podem seguir outros caminhos.

Esta é a essência da liberdade e da democracia. Cada um decide sua religião e não pode sofrer nenhum constrangimento em função desta escolha.

Todavia, infelizmente, não é o que existe de fato em nenhum país de maioria islâmica. Se no Brasil estas pessoas dizem palavras de paz. Naqueles países, as palavras são de confronto e de opressão para quem quer seguir livremente seu caminho.

Não são somente os radicais, como diz a Tv daqui do Brasil. São os religiosos, os que seguem os ensinamentos do Islã. A diferença está na piedade que cada um carrega em seu coração. Ou seja, religiosos islâmicos de bom coração aceitam e se calam frente a maldade que religiosos islâmicos de mau coração fazem com os cristãos.

Sendo claro: os muçulmanos de bom coração não fazem maldade, mas consentem e aceitam a maldade feita por outros. Infelizmente, esta é a realidade.

Quando muitos abandonam a fé islâmica, os religiosos com corações ruins são instigados a agirem com violência.

É nesse contexto que pessoas como o Padre Zakaria Brotos são condenadas à morte. Ele não está sozinho. O site Portas Abertas e o site “A Igreja que Sofre”  noticias contam milhares de casos como o dele. Casos de cristãos que sofrem barbaramente por serem cristãos.

Deve haver respeito entre as religiões. Deve haver liberdade de escolha de religião. E ninguém deve sofrer nenhuma consequência por suas escolhas.


O site do Padre Zakaria Brotos: http://www.fatherzakaria.net/


Vídeo com entrevista, em inglês.


Livros que já li e gostei:

1) Filho do Hamas
Autor: Mosab Hassan Youssef
Ed Sextante

2) Herege
Autor: Ayaan Hirsi Ali
Companhia das Letras

Os dois livros explicam o Islã e sua dificuldade com a democracia (ponto negativo é quando minimizam o papel negativo dos bombardeios/guerra do Estados Unidos na região – é bom lembrar que defendo os direitos humanos dos cristãos e também os direitos humanos dos muçulmanos).


Autor: Regis Mesquita
https://twitter.com/mesquitaregis



Alguns textos do site Psicologia Racional sobre direitos humanos de cristãos, muçulmanos, ateus, homossexuais, etc:












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Um comentário:

  1. Conheço pouco dessa cultura muçulmana, mas o pouco que conheci por alguns aqui no Brasil, falam que na realidade, muitos destorcem as palavras do Livro Sagrado por conta de querer poder pelo medo e que na realidade, tanto tem a história do povo, quanto tem o que realmente Deus deseja, que é o mesmo que é pregado tanto no cristianismo, quanto budismo, espiritismo. Acredito que esse padre, está só desmistificando o que muitos usam para ter poder e amedrontar em nome de Deus.

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