sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Quem faz jejum vive por mais tempo, diz prêmio Nobel de medicina. Veja como o jejum previne doenças.







Yoshinori Ohsumi é o nome do japonês ganhador do prêmio Nobel de medicina por causa dos seus estudos sobre autofagia.

Descubra o que é a autofagia (limpeza celular):

"A privação de nutrientes é o principal ativador da autofagia. Lembre-se que o glucagon é um tipo de hormônio oposto à insulina. Se a insulina sobe, o glucagon fica reduzido. Se a insulina está baixa, o glucagon sobe. Quando comemos, a insulina sobe e o glucagon diminui. Quando não comemos (jejum) a insulina fica reduzida e o glucagon sobe. Este aumento do glucagon estimula o processo de autofagia. Na verdade, o jejum (aumento do glucagon) fornece o maior impulso conhecido para a autofagia.


Esta é, em essência, uma forma de limpeza celular. O corpo identifica o equipamento celular antigo e fora do padrão e o deixa marcado para ser destruído. É o acúmulo de todo este lixo que pode ser responsável por muitos dos efeitos do envelhecimento.

O jejum é na verdade tem muito mais benefícios do que apenas estimular a autofagia. Ele faz duas coisas boas. Ao estimular a autofagia, estamos limpando todas as nossas proteínas e peças celulares velhas e danificadas. Ao mesmo tempo, o jejum também estimula o hormônio do crescimento, que diz ao nosso corpo para começar a produzir algumas peças novas bem cuidadas para o corpo. Estamos realmente dando aos nossos corpos a renovação completa.

Você precisa se livrar do material velho antes para que possa colocar um material novo. Pense em renovar a sua cozinha. Se você tem uns armários verdes velhos estilo anos 1970 na sua cozinha, você precisa tirar eles fora antes de colocar outros novos. Assim, o processo de destruição (retirada) é tão importante como o processo de criação. Se você simplesmente tentar colocar armários novos sem tirar os antigos, ficaria muito feio. Assim, o jejum pode em alguns aspectos reverter o processo de envelhecimento, por se livrar de lixo celular velho e substituí-lo por peças novas."
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O que desliga a autofagia? Comer. A glicose, insulina (ou diminuição do glucagon) e proteínas todos desligam este processo de auto-limpeza. E não é preciso muito. Mesmo uma pequena quantidade de aminoácidos (leucina) poderia parar a frio a autofagia. Portanto, este processo de autofagia é exclusivo do jejum - algo que não é encontrado numa restrição calórica simples ou num regime alimentar.

Existe um equilíbrio aqui, é claro. Você pode ficar doente pelo excesso de autofagia, bem como pela quase ausência. O que nos leva de volta ao ciclo natural da vida - banquete e jejum. Devemos fazer uma dieta não constante. Isso permite o crescimento celular durante o tempo que está se alimentando, e a limpeza celular durante o jejum - equilíbrio. Na vida tudo é uma questão de equilíbrio."  (fonte


Sem segredos:

Da mesma forma que um carro tem que trocar suas peças, as células também tem que renovar seus componentes. O que o senhor japonês descobriu foi como este processo acontece.

O centro da limpeza baseada no Jejum é o intestino: livrá-lo do acúmulo de detritos armazenados. Portanto, tão importante quanto a não ingestão de alimentos, é estimular a limpeza do intestino.

Toda a ideia do Jejum está relacionada à limpeza, desintoxicação e resiliência. A partir do autocontrole (e da prática espiritual e cognitiva) pode-se aproveitar este momento para mudar os padrões vibracionais, de sentimentos e pensamentos.

A privação de alimentos coloca a pessoa em uma nova experiência existencial. Nada mais natural que tenham vários benefícios associados a esta prática.

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À medida que os estudos científicos ficam prontos, “descobre-se” aquilo que já é sabido à milênios pelos praticantes do jejum. Segundo a BBC, “estudos científicos realizados nos Estados Unidos reuniram evidências de que a restrição de calorias pode trazer benefícios para a saúde a longo prazo, como um sono de melhor qualidade ou menos variações de humor”.

“Um estudo realizado pela Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos, revelou que diferentes formas de jejuar podem ter um efeito significativo sobre o corpo humano, promovendo uma vasta gama de mudanças a nível celular e atingindo muitos sistemas metabólicos, como o fornecimento de combustível para o cérebro ou a maneira como o organismo reage ao estresse.”

“Segundo a pesquisa da John Hopkins, coordenada por Mark Mattson, professor de neurociência, a causa principal são as mudanças bioquímicas no cérebro. De acordo com Mattson, o estudo sugere que o jejum leva a uma melhora na capacidade cognitiva.” (fonte

Estudos também sugerem que o jejum pode ser útil para prevenir doenças degenerativas do cérebro. Ou seja, existem estudos de todos os tipos elogiando o jejum. Só que ele ainda sofre com muito preconceito, muitos “especialistas” continuam colocando medo nas pessoas, etc.

A verdade é que jejum aumenta a capacidade de concentração e a produtividade, sabe-se disso à milhares de anos. Jejum aumenta o bem estar, aumenta a autoestima, aumenta o respeito pelo próprio corpo. Mas, os maiores benefícios serão alcançados se for feito com objetivos mais nobres e mais espirituais.

Por fim, o jejum é uma grande arma para o controle do stress negativo.


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