quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A solidão e o egoísmo estão dominando seu lar? Na sua família as pessoas pouco conversam entre si? Elas valorizam ou desprezam o que é simples?



Dalai Lama explica como os seres humanos desperdiçam a própria vida. Vida minimalista




A solidão e o egoísmo estão dominando seu lar? 


Na sua casa tudo é solitário e nada é compartilhado? 

Quanto mais dinheiro, mais solitária é a vida na família. Infelizmente, esta é uma regra poucas vezes quebrada.


Pessoas com quartos e banheiros só deles. Televisão, vídeo game, tablet, computador -  tudo pessoal e nada compartilhado.

Rotina cheia de atividades, o que faz com que as pessoas se encontrem menos horas em casa.

Os momentos de encontro são momentos de compartilhamento. Suponhamos que morem cinco pessoas em uma casa de apenas um banheiro. Terão que compartilhar este banheiro de tal modo que todos possam usar e ficarem satisfeitos. Este fenômeno exige interação e o ato de pensar nas necessidades dos outros. Exige a obediência à regras e produz o aprendizado de que estas regras são boas.

Quem tem seu próprio banheiro não precisa ter regras (quase nenhuma), não precisa pensar nas necessidades dos outros, não tem interação. Ficará isolado em sua ilha de facilidades e comodidades. O problema não é o banheiro; o banheiro é um exemplo colocado aqui para explicar que algumas facilidades da vida moderna produzem o isolamento das pessoas dentro de sua própria casa. É preciso ação para retomar o equilíbrio.

Algumas famílias adotaram a postura de mudar suas vidas para terem as refeições juntas. Outras escolheram dias sem internet e tv, na qual elas ficam juntas. Várias ações podem ser feitas para manter algumas facilidades, mas FORÇANDO o compartilhar.

Afinal, seu você terá que interagir em sua vida pessoal e profissional. Você realmente acredita que ter um currículo maravilhoso vai substituir a capacidade deles interagirem e desenvolverem a sensibilidade emocional? Será que eles terão inteligência emocional para lidar com os desafios da vida?

Regis Mesquita

Seis sintomas de que você está criando seu filho para ser egoísta e frustrado





Não espere o sofrimento chegar. 

Se prepare com o livro "A Espiritualidade no dia a dia"


Livro espírita A espiritualidade no dia a dia








Ninguém precisa de muitos bens materiais


Criança não precisa de muitos bens materiais. Nós, adultos, é que complicamos. Criamos regras, criamos medos e tudo fica difícil.



Criança precisa mesmo é de amor, atenção, segurança e apoio. O resto é sua cabeça que exige; esteja segura que educar com poucos bens é menos estressante e mais eficiente. Menos stress é quase sempre mais paciência e mais sorrisos.

Mas, se você continuar achando que é pouco o que você oferece, lembre-se de lhe ensinar a gratidão e a amizade. Porque não será a quantidade que fará seu filho ficar satisfeito. Será a gratidão e a amizade que lhe trará muita satisfação. Ensine-o sempre a te valorizar, a valorizar a família e valorizar a sua luta diária por fazê-lo feliz e educado.

Regis Mesquita

OBSERVE:  não será a quantidade que fará seu filho ficar satisfeito. Nunca será a quantidade que trará a felicidade. As vezes, trará a infelicidade. Jamais trará a felicidade.

Porque você não coloca em prática esta verdade? Menos compras e mais atividade conjuntas. Menos desejos e mais curtição do que está à sua volta.


A solução é ser diferente ou ser mais você mesma?


As pessoas estão viciadas em sempre querer mudar, sempre querer ser diferente, ser mais.

Converse com qualquer pessoa, ela está sempre direcionada para o que não é.

Sempre cultivando a insatisfação.

Uma pessoa me dizia que para ganhar melhor tinha que saber bem inglês, fazer MBA, mais isto, mais aquilo.

Ela não tinha (como a maioria) disciplina para aprender tudo o que supostamente precisava.

Ficava cansada, angustiada, insegura.

Observando a vida dela descobri que não aproveitava as oportunidades e nem intensificava o que existia de bom nela.

A solução era ser diferente ou ser mais ela mesma?

Explico:

Quem usa intensamente seus próprios recursos naturalmente vai desenvolvendo outros recursos (gera o fluxo).

Um homem vivia angustiado por todas as coisas que tinha para fazer e não conseguia.

Falava de várias necessidades e não prestava atenção ao que estava ao seu lado.

Nem aprendia intensamente seu trabalho cotidiano, nem ajudava sua mãe querida, não dialogava com o pai que amava, ficava distante dos irmãos que queria tão bem.

Como sentia falta de prazer, ficava desmotivado e acabava gastando tempo e dinheiro para ter um pouco do prazer que lhe faltava durante todos os dias.

No final, estava sem dinheiro, sem curtir o que estava à sua volta, desmotivado e sem ser a pessoa diferente que desejava tornar-se.

Tudo fica mais difícil quando o que está disponível não é usufruído e nem priorizado.

Este mesmo homem resolveu seguir os ensinamentos do Caminho Nobre.

Sua prioridade passou a ser a intensidade de usufruto da vida real que existe no aqui-agora.

Abandonou por uns tempos o desejo de ser diferente.

Chegava em casa e conversava com os pais. Ajudava a mãe e sentia seu amor por ela ser ativado.

Curtia seu pai, seu cachorro, sua casa. Notou que estava mais em paz.

No trabalho, começou a estudar o que fazia no dia-a-dia. Passou a se interessar em fazer melhor o que tinha de rotina de trabalho.

Seu lema: do difícil para o fácil, do complexo para o simples.

Sua vida ficou fácil porque aprendia e intensificava cada vez mais.

Estava cada vez mais intenso em tudo o que fazia. Intenso e sereno.

Aproveitou parte do tempo para “brincar” com o inglês.

Brincava com música, com a leitura de textos, com a audição de notícias.

Aos poucos a angústia foi embora e novas qualidades despertaram em seu interior.

Vivia satisfeito por ser amigo e ficar próximo das pessoas que mais amava.

Sentia que despertou um Fluxo de oportunidades, possibilidades e vivências.

Aprendeu que é muito mais difícil ser feliz e vencedor desprezando o que existe e está disponível à sua volta.

Regis Mesquita




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Cultive esta verdade e seja um bom exemplo para todos da sua família


A mente ocupada com o que é nobre cresce em sabedoria. Isto significa a capacidade de estar satisfeito e com o coração alegre.

A mente ocupada com o que é nobre e o coração alegre sempre será motivo para que haja paz dentro da pessoa.

Permita que esta paz se transforme em palavras sadias e serenas.

Tenha um gesto de retribuição, pois a mente que retribui torna-se dinâmica e ativa.

Atue a seu favor: lembre o que é bom, nobre e justo, para que o amor acostume a caminhar para dentro de seu coração.

Experimente ficar vários dias com a ideia: "não preciso de mais nada. O que tenho é o bastante para ser feliz. Tenho que valorizar tudo o que conquistei e as pessoas que estão à minha volta".

Dialogue com seus familiares sobre a vida simples e repleta de amor, companheirismo e valorização que podem ter TODOS OS DIAS.

Regis Mesquita
https://twitter.com/mesquitaregis



Crie um céu todos os dias em sua vida. Osho



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Amor sem apego, carinho sem condições, coragem sem desequilíbrios.




textos sobre vida simples. Minimalismo.




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