sábado, 2 de fevereiro de 2013

Os animais têm sentimentos e sabem escolher o que é realmente importante. Aprenda com eles e aumente sua felicidade.








O ser humano está tomando conta do planeta.

Os leões, quem diria, estão sendo massacrados porque perdem seu habitat pela expansão populacional na África. O rei da floresta caminha a passos largos para o fim da espécie em liberdade. Vão sobrar os que estão em cativeiro. Triste futuro!

O ser humano, com sua sede de dominação e a luta pela sobrevivência, avança sobre tudo.

O que pode mudar esta situação?

A eficiência e a bondade.


Uma grande parte da população dos centros urbanos prefere a companhia de animais domésticos a de pessoas.

Compram animais e convivem com eles.

Pessoas com dificuldades de convívio social encontram nos animais os amigos que não tiveram nos humanos.

Enquanto cada um cuida da própria vida, os animais permitem que cuidemos deles.
Nossa biologia é preparadíssima para sentir ENORME prazer em cuidar.

Servir ao próximo dá energia, alegria, dinamismo, força e sentido para a vida.

Os animais deixam que façamos por eles o que não conseguimos fazer por outros da espécie humana.


Chegar em casa e ser recebido com alegria e atenção pelos animais é uma delícia.

Os animais domésticos abanam o rabo demonstrando toda felicidade em te ver. Você é a prioridade deles. Eles te curtem e fazem questão de demonstrar isto. Eles te querem. Querem ficar junto, e te aceitam como você é.

Esta recepção atenciosa gera profundo prazer em quem a recebe. Um vulcão de boas sensações emerge do interior do ser humano. Força, alegria, desejo de contato físico, carinho, etc., etc.

Em algumas famílias funciona assim. Os animais recebem quem chega. Os humanos ficam dispersos e sem motivação para serem atenciosos quando outro membro da família chega em casa.

Crianças demonstram a alegria em receber os pais. Por isto, vivem melhor.

Aos poucos os pequenos animais humanos crescem e seu comportamento é moldado para a distância e para a dispersão da atenção.

O animal mantém o interesse e a atenção no outro. Este padrão gera muito prazer e paz interior.



Um dia esta pessoa que tem nos animais seus grandes companheiros recebe a notícia de que um vizinho está maltratando um bicho.

Seu amor transforma-se em indignação.

Porque alguém tem o direito de machucar um animal? Porque alguém pode abandonar ou maltratar um animal?

Porque as borboletas não podem voar livremente?

Porque os gorilas não podem viver em paz nas florestas?

Se eu quero paz para mim e para minha família, porque os animais também não têm este direito?

Porque alguns animais devem sofrer para que o animal humano ganhe mais dinheiro?






O amor gera indignação. O amor faz com que alguns protestem, outros compram terras para virar reserva florestal. Outros formam ONGs, outros desenvolvam métodos de cura e readaptação.

O amor faz as pessoas saírem do imobilismo.

Todos ganham com isto.

A sociedade torna-se um pouco mais equilibrada.

A ação das pessoas cria um lento processo de mudança cultural e tecnológica.

Aos poucos, com esforço, os avanços são conquistados.



Enquanto isto em uma casa qualquer, uma pessoa qualquer, depois de ler este texto, resolve seguir o exemplo dos animais e receber sua família com a mesma dedicação e atenção.

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Neste lugar uma família começará a viver melhor.

Eles nem saberão por que algumas desavenças serão esquecidas, algumas dores sumidas, alguns sorrisos aparecidos, e a ternura pintará a vida de cores mais leve.

Mas, se prestarem bem atenção descobrirão que Deus é mais sabichão do que imaginam. Colocou ao lado deles um belo exemplo de como ativar o corpo e a vida.

Estes bons exemplos são nossos animais domésticos. Quando esquecemos, é só prestar atenção neles.


Autor: Regis Mesquita
https://twitter.com/mesquitaregis


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