quinta-feira, 16 de junho de 2011

Falta de autocontrole: Brasil consome 55% de toda sibutramina produzida no mundo









O Brasileiro está acostumado a ingerir todo tipo de medicamento.

Somos os campeões de uso de psicoestimulantes. Somos os campeões no uso de antidepressivos.

Somos os campeões da cirurgia plástica.

Somos os campeões no uso de remédios para emagrecer.

Os 190 milhões de brasileiros consumem mais da metade da produção mundial de sibutramina (remédio para emagrecer).

Os outros 6 bilhões 310 milhões de humanos consomem menos da metade da produção.


Este problema vai muito mais além do que ter toneladas de maus médicos receitando toneladas de sibutramina.





É um problema cultural. Estamos acostumados com a ideia de que os problemas podem ser resolvidos ou amenizados sem esforço e sem disciplina.

A pessoa quer comer, ficar sedentário, e depois tomar um remédio mágico para resolver seu problema.

O rapaz vai para a universidade e estuda pouco, sonhando em ser um grande profissional.

O trabalhador faz um serviço mal feito e fica sonhando em ter sucesso na vida.

De sonho em sonho, a mocinha aumenta o seio, depois reclama que os rapazes só querem sexo com ela.

(Acabei de me lembrar que também somos campeões no uso de agrotóxico na agricultura.)

Estes problemas estão ligados à dificuldade de estabelecer autocontrole. Esta é a chave da disciplina, do esforço e da COERÊNCIA.

Clique Aqui
O rapaz que escolheu cursar a universidade tem que entender que o melhor que ele pode fazer é estudar MUITO. Ele deve se esforçar para aprender MUITO. Só assim, todo o esforço terá sentido e será bem utilizado.

O autocontrole nos traz para o presente. Nos traz para o aqui-agora. Não precisamos de sonhos, desejos, projetos. Precisamos é ter foco, disciplina, objetividade e coerência - agora,  no presente.

O trabalhador deveria pensar: enquanto não tenho sucesso, vou fazer o melhor possível. Vou aprender e me esforçar para fazer bem feito, AGORA.

E a pessoa que come muito deve aprender a se controlar e organizar a vida agora, no presente. O desafio está no presente.

Ao optar por remédios (DROGAS), a pessoa somente adia um problema, e muitas vezes agrava-o.


Leia agora a notícia do UOL:

"Brasil consome 55% de toda sibutramina produzida no mundo

O Brasil consome cerca de 55% de toda a sibutramina (inibidor de apetite) produzida no mundo. Esse é um dos dados que pesam para a avaliação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que estuda retirar do mercado o inibidor de apetite.

O presidente da agência, Dirceu Barbano, citou as informações levantadas por instituições internacionais, que apontaram a produção de 9,7 toneladas do medicamento em 2009.

O Brasil foi responsável pelo consumo de aproximadamente 5 toneladas, enquanto os Estados Unidos, que têm grave problema de saúde pública por conta da obesidade da população, consumiu somente 170 kg de sibutramina.

A Anvisa deverá decidir até agosto se irá permitir ou proibir o uso de sibutramina".


Autor: Regis Mesquita
https://twitter.com/mesquitaregis



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Para refletir:

É a mente que regula os comportamentos, regula os instintos e regula a fome. É a mente que organiza as emoções, gera os pensamentos e produz os desejos. Enfim, todo o processo que faz você abrir a geladeira e comer algo é produzido dentro da mente. A alimentação é um ato mental. Se queres equilibrar a alimentação, nada é mais importante que controlar e reorganizar a mente.





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Um comentário:

  1. PREZADOS

    Qualidade de vida, dentreo outros fatores, envonve a aceitação de si, e de tudo o que lhe constitui.

    Em se tratando sobre tudo o que lhe constitui, vale dizer que não exlusividade sobre tendêncai á atos virtuosos, ou atitudes plenamente aprovadas pela dita, sociedade organizada, mais pelo que deseja ser, do que pelo que realmente é.

    Uma visão racional, pode ser obtida pela relativa racionalidade no uso de termos, que nem sempre é de franco domínio popular. Sendo assim, me parece ampliada a noção de respeito, sobre o outros ou outras, em todos os seus aspectos e opções humanas de nem sempre voluntárias escolhas sobre seus atributos.

    Sandive Santana/RJ
    Educador Social

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