sábado, 2 de julho de 2016

Depoimentos de pessoas que se automutilam. Deixe o seu depoimento também. Entenda a vida de quem pratica a automutilação.



Frase de motivação de Renato Russo para quem sofre com automutilação cutting





Este texto visa dar a você (que se automutila) a oportunidade de se expor. Queremos que possa se libertar desta dor solitária e consiga falar de si. Mostre sua vida e sua verdade. Sua dor precisa ser escutada. Aguardamos seu depoimento (sem identificação, por favor).

Queremos que você que lê estes depoimentos aprenda a não julgar e nem desrespeitar estas pessoas com comentários maliciosos.


Breve resumo do “cutting” / automutilação

Uma pessoa adulta diz: “me bato porque a dor física dói menos do que a dor emocional”.  A pessoa judia de si mesma porque esta atitude a ajuda a enfrentar uma dor muito maior: aquela que vem do “fundo da alma”. A agressividade contra si mesmo é uma defesa contra uma dor maior.

Praticar o “cutting” ou automutilação é a válvula de escape para problemas sérios. Depressão, pensamentos suicidas, bulimia, anorexia, bullying escolar, personalidade borderline, traumas (abuso sexual, término de relacionamentos, etc.), angústia forte, crise existencial, ego fragilizado. É preciso reconhecer que esta pessoa precisa de ajuda (e não de críticas). (Para orientação sobre como lidar com este problema, leia este texto).

As formas de autoagressão são variadas: arranhar-se, cortar-se com objetos, bater-se, morder-se, se furar com agulhas, tomar altas doses de remédio e álcool, arrancar o próprio cabelo, queimar-se com algo quente, fogo e cigarros, etc. Para evitar críticas, a pessoa tende a esconder as partes do corpo machucadas ou marcadas. Para tanto é comum usarem roupas que cobrem o corpo (braços e pernas, principalmente).

Para ajuda-las é muito importante escutá-las e estar junto nos momentos em que o desejo de autoagressão é mais forte. Faça este trato com ela: “quando você sentir que vai se machucar, chame alguma pessoa que possa te ajudar a evitar o comportamento de autoagressão”.

Tente combinar com alguém (mãe, irmão, amigo, pai, primo, tia) para que estejam prontos para ficarem juntos com você até passar a crise de agressiva.


Os Depoimentos:

Abaixo estão alguns depoimentos de pessoas que sofrem com este problema (organizei a escrita para ficar mais fácil de serem lidos).


Depoimento 1:

Meu nome é Luciana. Comecei a me cortar quando tinha 13 anos. No começo sentia muita dor e depois sentia muita culpa. Agora, me acostumei. Não sinto mais dor e nem culpa. Minha mãe fica desesperada, as pessoas me criticam, mas eu não me importo com mais nada.

Todos os dias eu sinto raiva de mim e de todo mundo. Eu não sei porque sinto tanta raiva. No começo eu buscava culpados para minha raiva. Depois eu vi que sentia raiva porque é isto que tenho dentro de mim. Não consigo me controlar e nem ninguém pode me controlar.

Me cortar me alivia. Acho que é um dos poucos prazeres que tenho. A raiva diminui e me sinto vingada. Eu sei que não tem nada a ver, mas eu me sinto vingada das pessoas.

Não quero ser o centro das atenções. Quero que me deixem em paz e parem de falar de mim. Quero ficar sem ver ninguém. Quero sumir. Quero não sentir mais nada. Não quero sentir nem raiva e nem tristeza. Na realidade, não quero sentir nada.

Aprendi a me cortar vendo um filme. Pensei que seria doloroso e aquilo me atraiu. Eu tenho vontade de agredir as pessoas, mas não tenho coragem. Quero bater nelas, e acabo dando socos na parede e me mordendo. Depois eu me corto. Corto perna, pulso, braço, barriga.

Minha mãe diz que eu sou nervosa porque não tolero ser frustrada. Acho que ela tem razão. Antes eu só brigava com ela. Depois de seis anos me machucando vi que é assim que faço. Fico nervosa por nada. Não consigo me controlar. Sou desequilibrada. Qualquer motivo me deixa triste, depois vem a raiva.

Já tentei parar, mas parece que fica faltando uma parte de mim.







Depoimento 2:

(Anamarina) Tenho 20 anos; meu primeiro corte aconteceu aos 15 anos. Fui diagnosticada com transtorno bipolar. Mas, os cortes sempre acontecem quando tem brigas aqui em casa. Conflitos familiares me deixam muito mal.

Se cortar é como um vício. No início eu batia a cabeça na parede. Não era viciante. Cortar é um vício. É difícil parar. O pior momento da minha vida foi quando na escola descobriram que eu tinha o corpo cortado. Fiz meu pai me mudar de escola e hoje eu fico com medo de ser descoberta novamente.

Sempre me pergunto porque as pessoas não me deixam em paz. Porque elas têm sempre que me julgar, me criticar e falar de mim. Quero desaparecer e algumas pessoas dizem que quero aparecer. Elas não sabem de nada. Elas não me entendem. Tenho poucos amigos. Mesmo deles fico distante por medo de ser criticada e sacaneada.

Nunca uso blusas sem mangas. Depois de tantos cortes meu braço está cheio de cicatrizes. Não tenho namorado. Queria ter uma vida diferente. O que tenho que fazer para parar com este vício?



Clique em "Curtir Página" para curtir nossa página



Depoimento 3:

Depoimento de uma mãe:
Fiquei arrasada quando descobri que minha filha está se machucando. Entrei em desespero; chorei como uma louca pelas ruas e conversava comigo mesma: "meu Deus, onde foi que eu errei?" É muito difícil. O que tenho que fazer?

Cortes no braço, automutilação, cutting, depoimentos de quem se corta
Resposta:
Oi aqui quem fala é o Bruno. Tenho 18 anos. Sofro Depressão e bulimia. Bom, não sei muito como ajudar. Às vezes nem ela mesma tem o controle sobre isso.

Muitas vezes é consequência de alguma palavra ou atitude que aconteceu. Isso não é algo que com conversa irá mudar. Mas, perguntar pode ser bom.

Fazer muitas perguntas pode ser ruim, pois as vezes pode ser que nem ela mesmo sabe direito o que faz. Pode ser falta de pessoa, de alguém que já partiu ou alguém que ela amava ou ama que a deixou.

Como sua filha, eu também me corto. Tenho algumas crises; isso pode acontecer a qualquer momento.

Se ela ver que você está ficando mal por culpa disso, ela pode ir se sentindo pior e pior e pode a levar a fazer coisas que não tem explicação. Se manter do lado dela é o máximo que pode ser feito, conversar sem criticar e escutar o que ela tem a dizer.

Conversar sobre o que é melhor e dar liberdade de ela se expressar, pois assim ela não terá medo de conversar e conversando pode fazer ela se sentir melhor. Às vezes um simples abraço muda uma vida, uma simples palavra deixada de ser dita pode mudar a vida de uma pessoa.

Espero que sua filha Tenha forças. Isso vai passar pode demorar, mas isso vai passar. Esse pode ser o grito de socorro de sua filha. Então não a ignore e não fique brava e nem xingue ela.

Procure entender o porque disso muitas vez pode ser por coisas tolas. Isso é um caminho sem volta quando se entra e já não tem mais forças para continuar. Eu ainda estou vivo, mas até quando? Eu sei que enquanto eu estiver aqui irei fazer algo para mudar isso.

Criticar sem saber o que se passa com a pessoa não a faz se sentir melhor e sim cada vez pior.



Deixe seu depoimento nos comentários (evite se identificar com sobrenome). Ele é muito importante (familiares e amigos também são bem vindos).



Siga o site Psicologia Racional no twitter: https://twitter.com/mesquitaregis




Leia também:











A opinião dos outros incomoda quem faz a automutilação, se cortar, se bater, arrancar cabelo

Quer ter acesso a centenas de imagens como esta acima para você escolher?
Clique aqui (Facebook) ou aqui (Pinterest)



Atenção:

receba todos os novos textos do site Psicologia Racional no seu email. Na coluna da direita tem um lugar para digitar seu email (será mandado um email de confirmação, clique no link deste email para efetivar a inscrição). Outra opção é você se tornar seguidor do site.

É simples! É rápido! É fácil!








43 comentários:

  1. Sou Carol, 23 anos, a uns 4 não tentava me ferir. Ontem, após um momento de tristeza, arranhei minhas costas até sentir tanta dor que esquecesse ela. Sinto vergonha, por não saber lidar com meus sentimentos ruins, essa é a unica maneira que encontro para escapar de tentar entender eles, me sinto culpada, fraca, desmotivada e ainda triste e com vergonha por ter sido infantil, mas não consigo controlar... O que eu faço?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Me chamo "Mel", Em um momento que não consigo resolver situações, existe um ódio dentro de mim que me faz não ter controle da minha mente e a primeira coisa que eu penso é em mim cortar com a faca, mas , logo , eu paro e começo a me arranhar, uma dor suportável que ameniza tudo aquilo que estava sentindo... Aquele sentimento de culpa. O que isso significa? Eu acho tão normal e prazeroso, foi uma forma que utilizei para diminuir toda a minha dor emocional.

      Excluir
    2. Olá prefiro não me intensificar quando eu tenho muita raiva e muita vontade de chorar por alguma coisa que eu acho que sou culpada ou então só porque eu briguei com alguém eu do murro no meu braço deste de pequena que faço isso mais antes eu me cortava com minhas unhas mesmo mais agora de três semanas pra cada eu to murro nos meus braços até eles ficarem roxos.

      Excluir
  2. Olá, sou Amanda, tenho 14 anos. Há um tempo eu comecei a me cortar. As pessoas dizem que sou idiota, fresca, que quero chamar atenção... Não é nada disso, é muito pelo contrário. Eu só quero me distanciar, ficar longe da atenção de todo mundo. Ainda pratico a automutilação, e o motivo disso é horrível.
    Meu pai cheira pó, já foi preso várias vezes e não esta presente na minha vida, ele ta ali e eu aqui. Pra ele ser pai é so dar dinheiro quando preciso. A minha mãe, ela também cheira, e me faz chantagens do tipo " ou faz isso pra mim, ou você vai se fuder comigo", "se você não fizer isso, vou falar daquilo pra seu pai, ele vai te matar". E outra, sou abusada por meu padrinho.
    enfim, só queria dizer que as pessoas deveriam primeiro saber o que nós que nos mutilamos passamos.

    ResponderExcluir
  3. Prezados, peço que postem seus depoimentos como ANÔNIMO.

    ResponderExcluir
  4. Olá! Me chamo Julia, fiz 18 anos recentemente. Já passei por poucas e boas. Sempre sofri de ansiedade. Com 12 anos comecei com bulimia (sofria de asma e o efeito colateral dos corticóides juntamente com os vícios alimentícios por conta da ansiedade fizeram com que eu engordasse), quando vomitar não funcionou mais, comecei com dietas malucas até praticamente parar de comer. Resultado: meu corpo e minha mente entraram em colapso. Entrei em depressão pela primeira vez, tive estafa mental (vulgos brancos) cada vez mais frequente, crises de raiva e choro sem motivo, desmaios pela privação de alimentos, compulsão por atividade física na busca de um corpo ideal (cheguei a pesar 45kg com 170cm de altura e continuava a me achar gorda). Sempre escondi muito bem minha confusão interna, mas comecei a me isolar porque não conseguia mais evitar chorar o tempo todo e acabei alertando meus pais da minha condição. Iniciei tratamento com psicólogo e psiquiatra contra vontade. Nas primeiras seções eu literalmente passei o tempo todo encarando-os ou chorando de raiva. Cedi ao tratamento, iniciei com medicação antidepressiva (tomo até hoje) e fiz terapia por mais de um ano.

    ResponderExcluir
  5. Com 16 anos, perdi um primo meu para um acidente de trânsito. Éramos muito ligados e novamente passei por uma fase ruim. Tive um período de raiva extrema seguido por tristeza e a total ausência de sentimento. Arranjei um relacionamento para me distrair, que no fim acabou machucando ambas as partes. Mal terminei o mesmo e comecei a namorar novamente, dessa vez com alguém que eu realmente gostava e que me entendia. Pela primeira vez senti que poderia me abrir e conversar. Por mais que não me entenda perfeitamente ele tenta o fazer. E eu o amo por isso. Recentemente tenho sofrido de um profundo vazio existencial. Não sei o que fazer da minha vida, simplesmente perdi o rumo. Minha relação com minha família é complicada, apesar de nós nos amarmos. Meu irmão mais novo (temos oito anos de diferença) é autista e se mostrou um desafio quando diagnosticado. Meu pai tem traços de autismo, mesmo que não admita, e sempre foi uma pessoa complicada de lidar, que não suporta a felicidade alheia e está sempre disposto a criticar (provavelmente o maior responsável pela minha inexistente estabilidade emocional). Minha mãe é depressiva e também tem altas e baixas, perfeitamente compreensíveis pelo estresse que vive com um filho autista e um marido complicado. Como disse, tenho vivido um momento confuso. Não tenho coragem de tirar minha própria vida (em parte por amar muito minha avó para fazê-la passar pela perda de outro neto), mas me arranho, nos braços principalmente, bato na parede até minhas juntas sangrarem, choro no chuveiro até não sentir mais nada. Comecei a me cortar, nas mãos, próximo aos meus pulsos, onde as marcas não aparecem, mas não tenho muita coragem de o fazer (apenas precioso a lâmina até fazer um pequeno corte), pois não quero que apareçam marcas e também temo cortar fundo demais e precisar pedir ajuda. Não irei me matar, não tenho coragem, mas penso nas formas que poderia tentar, como me jogar da sacada de onde eu moro, tomar uma cartela inteira de analgésicos bem fortes que estão na maleta de remédios, cortar minhas artérias sentada no chuveiro e me esvair em sangue... Já pensei muito nas possibilidades de parar com o ódio por si e a dor insuportável que sinto nos piores dias. Sei que estou passando por uma fase depressiva e que deveria voltar a fazer terapia. Deveria resolver algumas coisas dentro de mim, deveria tentar parar de tomar antidepressivos algum dia. Mas no momento não tenho a coragem necessária para abrir essas feridas. Até o dia em que adquirir essa coragem continuarei a me machucar ocasionalmente, quando estiver passando por um dia ruim. Felizmente tenho pessoas do meu lado, com quem partilho alguns dos sentimentos que me sufocam aos poucos. Um dia buscarei tratamento novamente, sei disso. Até lá, vivo meus melhores dias (quando me amo, sou grata pela vida e pelo que tenho, pelas pessoas a minha volta, quando minha autoestima é ótima e me sinto feliz) e sobrevivo aos piores dias, pois convivo com a depressão.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sua história e mt parecida com a minha ... ��

      Excluir
  6. Eu tenho 16 anos e pode me chamar de "Yuno". Desde a semana passada venho fzd cortes em mim(eles ainda não sangram,mas machuca muito)... Antes de me machucar eu sentia tanta vontade de fzd isso, depois q fiz senti alivio,mas agora quero me machucar muito mesmo. To morando com meu pai pq tenho q cuidar da minha avó e da casa pois minha tia precisou urgentemente ir à Goiânia pra fzr muitos exames e a casa onde minha mãe mora o aluguel venceu ontem, ela ta desempregada e meu padrasto(q praticamente abusou de mim e queria fugir comigo) também ta desempregado. Eles querem mudar pra casa q ta sendo construída o mais rapidamente possivel, mas lá nem janela e energia tem ainda, eles tiveram q pedir dinheiro emprestado pra comprar coisas básicas pra usarem e comerem. Tem também o fato de eu não conseguir demonstrar oq sinto pras pessoas talvez seja pq eu sempre reprimia tudo oq sentia e nunca conversei com ninguém a respeito, meu namorado já reclamou comigo muitas vzs por causa disso, mas eu nao consigo falar oq sinto minhas emoções são confusas e mudo de humor rapidamente, sinto stresse o tempo todo, sou muito distraída e não presto atenção nas coisas, esqueço de muitas coisas, raramente tenho auto-estima e quando tenho dura pouco tempo, nunca consigo terminar oq iniciei. Quero fzr algo q eu seja boa, gosto muito de computação e matemática, mas do jeito que eu sou toda distraída e esquecida fica difícil. Queria muito trabalhar e ajudar minha mãe mas tenho quase certeza que não vou passar na entrevista pois sou horrível em conversar além de tímida e nervosa. Só pra terminar eu tenho muita ansiedade e muitas vzs insônia principalmente quando to na casa da minha mãe por causa do meu padrasto

    ResponderExcluir
  7. Olá, J. 28 anos.
    Costumo me bater pra aliviar as dores emocionais. Bato nos braços e coxas porque são lugares mais fáceis de esconder. Faço isso desde criança. Na minha família ninguém nunca soube. Sei que não é a melhor forma de lidar com os problemas, mas na hora que o impulso vem é muito difícil de controlar. Tenho vergonha de ser assim.

    ResponderExcluir
  8. Bom tenho depressão a 3 anos , me auto mutilo a 3 também , tudo começou com um " deixa eu provar " e não consegue mais , por mais que nos tentamos para sempre temos uma recaída , moro em uma casa com meu pai a mulher dele é as filhas dela , já sabem toda história de madrasta né ? Meu pai faz bicos e nunca para em casa então me decidi roubar farmácia para passar esse tempo topada , para não provocar mais angústias , ou acabar morta com uma veia cortada...mas comecei a me afundar mais é ficar muito cansada fácil , muito sono... E meu pai descobriu tudo , ele não entende que preciso de ajuda ... Ele diz que se ver mais um corte em meu braço ele falou q ia cortar fora

    ResponderExcluir
  9. bom passei a me corta quando meu namorado terminou comigo , ele era a unica pessoa que me entendia , tenho problemas em casa e não tenho muitos amigos e "amigas" só me procuram quando precisam , me tranco no quarto e começo a me cortar todos os dias , na sala de aula sempre faço os trabalhos em grupo sozinha "por não ter amigos ". sinto que a qualquer hora vou me suicidar pós não há nada aqui nessa terra pra mim , impressionante depois que "morre " -Á Quão ela era amada , especial ,parceira e talls . sempre me julgam por me cortar mas ninguém tenta entender o por que .
    e por não ter ninguém pra conversar somos só nos dois eu e a minha mente

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. eu te entendo completamente, meu namorado terminou comigo ha 2 semanas. ha 1 semana venho me cortando, n profundamente mas é um corte rasoavel no pulso. NINGUEM ME ENTENDE meu melhor amigo chora quando faço isso, implora pra eu n fazer, mas é minha forma de alívio.

      Excluir
  10. Eu me corto, não muito fundo. mas me corto. nos ultimos dias eu ando fazendo isso apenas por decepçoes e alguns problemas familiares. minhas amigas viram e disse a elas que tinha sido a ultima vez. eu tinha me contado com um grampo. eu passava a ponta do arame do grampo no braço e enquanto não enchesse de sangue não parava. enfim, parei de me cortar com grampos, eles deixam marcas muito fortes. e então achei uma lâmina aqui.. e me cortei de novo... ja sarou, mas acabei fazendo na minha coxa, um pouco acima da visibilidade publica caso eu vista um short. mas eu não sei... quero parar, tinha ate orado e fiz uma promessa dizendo que enquanto eu estivesse com Deus não faria isso. e agora não estou com ele...

    ResponderExcluir
  11. Me corto á 2 anos, é um sentimento tão forte e quando faço é um alivio e ao acordar de manhã eu sinto aquela dor, começo a sentir culpa e prometo á mim mesma que nunca irei fazer mais isso, mas passa 2 dias e eu tremo, só consigo pensar nisso, e quando algo acontece eu acabo cedendo ao desejo, só paro até não ter lugar na minha perna.

    ResponderExcluir
  12. Olá, sou Adryélle... Faz 2 anos que comecei a me cortar, não acho isso bonito nem nada, mas é uma coisa que quando faço me sinto tão aliviada, parece que aquele peso que estava nas minhas costas vai embora, é uma sensação boa. Mas depois olho pro que eu fiz e me sinto um lixo por ter chegado a esse ponto. Isso sempre acaba comigo, o que me leva a me cortar novamente... No começo eu sentia dor sabe, mas agora, nossa, não sinto nada, às vezes até acho que não faz mais o efeito que fazia antes, mas continuo do mesmo jeito, porque é a única maneira que encontro de me sentir aliviada... Sempre que faço isso, é por raiva, medo, rejeição, quando me sinto inútil, culpa, e muito mais coisas. Por mais que eu saiba que vou carregar essas marcas comigo pro resto da vida, eu não consigo parar. É uma vontade que quando aparece, não vai embora até que eu a faça, e só ai ela se passa... Já sofri bullying na escola quando mais nova, por causa do meu cabelo ser enrolado e armado demais meus colegas ficavam me zoando e fazendo brincadeiras desagradáveis, até me colocaram apelido, que era "Vaca Branca", isso é uma coisa que não gosto de falar pras pessoas, pois me sinto muito mal, é como se toda aquela sensação voltasse. Também me zoavam pelo meu pé ser grande, ficavam me chamando de lancha ou algo assim. E por isso tenho vergonha de mim até hoje, por causa do que eu sofri no passado. E é graças a isso que faço o que faço, porque lembro e me dá uma angústia muito grande, aí não tem como escapar... Muitas pessoas já me criticaram por isso, no meio disso inclui minhas próprias amigas. Uma falava que eu fazia isso por ser modinha, a outra que pessoas que se cortam por ter motivos de verdade não deixam os cortes a mostra, outra que eu queria chamar atenção... Em vez de me ajudarem e me dar consolo, não, ficavam lá me criticando. Isso sempre me deixava em um estado pior, o que me levava a querer me cortar mais e mais... Um dos motivos que mais me levavam a fazer isso, era minha irmã, que sempre ficava falando que eu adorava e idolatrava o demônio por ver filme de terror e gostar de vê-los e também por me cortar, entre muitas outras coisas, então eu ficava com muita raiva, e pra não bater nela, eu esperava ficar de madrugada e que todos da minha casa já tivessem dormido, e ia pro banheiro, desmontava o meu apontador que tinha só pra isso, me cortava até não ter mais espaço, que era o tanto que minhas pulseiras cobriam meu braço, e quando acabava, ficava apertando pra sair mais sangue, eu até dava risadas ao me cortar, e depois do nada começava a chorar como antes, então lavava meu braço ensanguentado, passava sabonete (que não fazia arder) e por fim passava álcool em gel nos cortes, isso fazia arder muito, demais, mas passava só pra sentir dor mesmo, pra aliviar mais toda aquela dor insuportável dentro de mim. Já até tentei me matar por conta de tudo isso, 3 vezes... Sempre achei que eu era um erro na terra, e ainda acho. Isso nunca vai mudar. Acho que sou um incômodo pra sociedade, porque muitas vezes é isso que me mostram com um simples olhar... Eu sempre fazia promessas dizendo que ia parar com isso, mas sempre as quebrava. Agora já faz um tempo que não faço isso, uns 3 ou 4 meses acho, mas às vezes sinto vontade de fazer novamente, mas me seguro, não sei como. Mas não garanto que eu pare com isso, porque as coisas do nada fica ruins, então se acontecer uma coisa que me cause um impacto grande, não vou aguentar, e vou com certeza acabar exagerando...

    ResponderExcluir
  13. Pessoal, somente comentários anônimos.

    ResponderExcluir
  14. Olá, meu nome é Laura,sempre guardei tudo o que sentia pra mim, as pessoas me acham feliz por eu estar sempre sorrindo, mas ninguém sabe o que eu realmente passo.
    me bato,soco,arranho,tomo remédios,tudo isso para tentar me controlar,mas não dar, sei q preciso de ajuda, minha mãe não sabe, mas o motivo pelo qual faço isso é a minha mãe, ela não deixa eu sair de casa direito, pra alguns pode Ser um método de proteção mas não é, eu sinto raiva, uma raiva imensa, não tenho amigos, me sinto sozinha, sem ninguém pra conversar, eu tentei de me aproximar de uma menina que mora perto da minha casa mas minha vó a dispensou.
    Eu continuo tomando remédio escondido, me batendo,me arranhando,me socando e me mordendo (Não sinto dor na hora), NÃO DAR, É SÉRIO, EU TÔ SOFRENDO MUITO, SÓ SINTO VONTADE DE CHORA DE RAIVA...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu entendo, acho que sou assim também, não que seja igual, mas me identifiquei com algumas coisas que você falou.

      Excluir
  15. me sinto indignado com as pessoas.... eu as negativo pelas suas proprias atitude da qual não me agrada nenhum.., pouco.. e começo a chingá-las MENTALMENTE"
    ISSO É problema

    ResponderExcluir
  16. Olá !※ meu nome e Maria Luiza também sou a sim como vocês Hj eu tenho 15 anos mais quando comecei a me corta tinha 10 pra muitas pessoas isso é (loucuras) mais não são mais coisas que acontece com agente coisas que você não sabe como fala pra sua mãe ou familiares gênero eu comei por uma brincadeira de criança não sabia que iria chegar tão longe passa 4 anos se cortando não é fácil quem faz sabe que é um vício que muitas não consegue para eu hoje já não pratico mais a altamutilaçao hoje eu Faso tratamento com psicóloga e psiquiatria não vou mente não me sinto muito confortável mais tenho que fazer hoje faz um ano que Faso tratamento não gosto de chegar em lugares e as pessoas olharem para meus braços e verem as cicatrizes e ficarem perguntando oque foi isso ? Ou porque você faz isso? Com você ninguém gosta não é eu particularmente não gosto me sinto constrangida não me mutilo mais mas mesmo assim sei como é viver em uma sociedade ontem as pessoas criticam quem se (alto mutila) sei o que vocês que compartilharam sua vidas em relação a mutilação passa sei pôr que já parei hoje eu fui diagnosticada com depreção como a maioria dos (altos mutiladores) fazem eu batia nas paredes etc. Hoje eu tenho crises minha mãe minha sogra e minha família sofreram muito comigo muitas vezes eu vi minha sogra chorando por coisas que eu fazia ou dizia eu erra muito agressiva eu não aceitava um não como resposta eu queria saber apenas de mim saber só de mim e os outros que fosse pra espaço se eu teve se oque eu queria pra.mim tava tudo bem mais não é bem assim que as coisas acontece. Você que se mutila não sabe como sair dessa vida que você ta vivendo não sabe mais oque falar pra sua mãe pra ela não saber que você ta mal que você não ta bem mesmo parecendo que você ta muito bem pesa ajuda a uma pessoa que você pode conta desde que essa pessoa não fassa oque você faz procura alguém pra conversar Uma psicóloga por exemplo não sei hoje eu tenho mais vontade de falar com minha psicologia do que com minha mãe . Quando você pensa em se corta novamente faz outra coisa que te relage ousa musica escreva e depôs queime coma faça qualquer coisa mais não se corte novamente_ essa é minha história espero que ela posa mudar os pensamentos de algumas pessoas. Se alguém quiser saber como é fazer tratamento responda nesse comentário que eu terei i maior prazer de falar

    ResponderExcluir
  17. Olá, meu namorado se mutila quando está sobre forte pressão. Ele diz que alivia a dor e não senti dor alguma na hora que se corta. Ele diz que isso faz bem pra ele. Porém, a personalidade dele é muito forte, ele não pode ser contrariado de maneira alguma, ele grita, se aborrece, bate a mão e a cabeça na parede eu fico em desespero.Todos da minha família já disse pra eu deixar ele. Eu fico pensando, alguém assim, com essa personalidade, brigão, que só quer as coisas do seu jeito e que se mutila, consegue viver em relacionamento "normal"? Ou geralmente as pessoas que se cortam tendem a levar uma vida curta??

    ResponderExcluir
  18. Olá! tenho 17 anos e corto-me.
    Corto-me quando discuto com a minha mãe ou então quando há discussões em casa. Da ultima vez que me cortei também tomei uma saqueta com 10 comprimidos de seguida...
    As pessoas pensam que eu sou feliz, porque passo a vida sorrindo, mas só eu sei o que realmente passo.

    ResponderExcluir
  19. Olá, meu nome é Anna, tenho 15 anos, pra falar a verdade não tenho nem um depoimento é mais um pedido de ajuda, me cortei a primeira vez a pouco tempo. No primeiro dia eu estava com ódio, não dos outros ou pelo oque eles faziam e falavam pra mim, eu estava com ódio de mim mesma, talvez se eu fosse diferente, as pessoas não me odiassem. Eu não as culpo por me odiarem, eu mesma me odeio. Os cortes fazem eu esquecer das minhas imperfeições e eu nem consigo explicar como ou porque, só sei que ao faze-los, tudo parece menor pior. Já tentei suicídio em vezes passadas, a um tempo atrás tomei compridos e ingerir bebida alcoólica, acabei tento apenas uma convulsão. Eu só gostaria de saber oque devo fazer, por que eu vejo todos me julgando e falando que minha dor é falsa, mas só eu posso senti-la. É a primeira vez que falo sobre isso, e sobre como me sinto, geralmente, na frente dos meus familiares e meus poucos amigos, costumo fingir que está tudo bem, pois não quero preocupa-los.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. olá Anna espero que vc consiga controla isso e se amar pq acho que vc deve ser uma pessoa maravilhosa pq se preocupa com seus familiares, emu filho tbm se corta as vezes e isso me deixa desesperada mas eu não julgo vcs eu amo meu filho e quero o melhor p ele e p vc tbm Desu te abençoe, seja forte

      Excluir
  20. Bom... Tenho depressão desde os meus 12 anos, hoje tenho 15, no início era uma depressão bem fraca, vivia normal, porém as vezes tinha umas recaídas de humor, e era horrível na época era mais difícil para mim de lhe dar com esse problema, uns meses antes de eu entrar em depressão, minha irmã mais velha que na época tinha 15 anos se manifestou pela primeira vez ter depressão, amanheçeu o dia e ela estava la toda cortada, eu não entendia muito bem, mas devido inúmeros cortes e bastante visíveis, minha mãe a levou para se tratar e foi alí que descobrir que pessoas depressivas se cortavam para aliviar dores emocionais.
    Alguns anos depois, minha depressão só foi crescendo e aí pela primeira vez durante uma crise eu me cortei, na época por ser o início sentia dores, mas era bom, por que com essa dores eu esquecia todo o resto inclusive a tristeza e sentimentos de mágoa e ódio.
    Fiquei alguns anos bem, mais agora, já não sei mais o que está acontecendo com migo, é como se a depressão estivesse bem maior, e agora torço para a noite não chegar, pois ela traz toda a dor que sinto, recentemente tivesse uma crise e me cortei, a sensação foi igual quando vi minha irmã na cama com os braços cortados, porém meus pais não sabem que tenho depressão, na verdade acho que ninguém sabia, até que quando chego na escola, algumas pessoas notam cortes em meu pulso, não me julgaram, mais fico sem graça, por ser diferente alí, sei que preciso de ajuda, mais não quero.

    ResponderExcluir
  21. Olá, meu nome é Melissa, tenho 36 anos, eu não me corto como na maioria dos casos relatados, só cutuco o meu corpo até surgir feridas e sangrar. Não sei porque faço isso sempre fui uma pessoa muito forte, mas de uns anos pra cá estou me sentindo fraca sem forças pra resolver e lidar com alguns problemas. O meu casamento está em crise, depois do falecimento da minha sogra meu marido se tornou outra pessoa, e eu sofro com tudo isso, são situações que estão fugindo do meu controle e acho que desconto no meu corpo toda essa frustração de não conseguir lidar com os problemas. Cada dia com mais frequência me machuco mais, estou chegando no meu limite, tem horas que não sei como lidar com essa situação.

    ResponderExcluir
  22. Olá, tenho 17 anos e me corto desde os 13 ,quando comecei era apenas arranhões que doiam bastante mas não deixava muitas marcas (normalmente com faca de serra) eu me beliscava também e me furava , também já tomei altas doses de remedio com o intuito de parar no hospital mas nada aconteceu.Consegui para em 2016 mas esse ano retornei (com lâminas) no começo fazia cortes que ardiam muito mais eram superficiais agora faço cortes cada vez mais fundo me corto nas pernas e braços . Não consigo explicar exatamente porque me corto mas isso me alivia , normalmente os cortes são maiores dependendo do tamanho da tristeza .Eu sou completamente solitária a anos não tenho nenhum amigo , já sofri bullyng do tipo exclusão social na escola mas mudei, eu sou tímida e costumo ser bem retraída tento tratar todos com gentileza mais ainda assim não consigo amigos .Eu sinto um grande vazio e tristeza , mas ninguém nunca soube , eu procuro esconder para não machucar ninguém. Eu raramente demonstro algum sentimento para as pessoas a minha volta pareço uma pedra kk.Bem sinto que tenho alguns problemas mas não tenho coragem de pedir pra ir no psicólogo não quero que ninguém saiba o quão nada sou.
    Minha mãe vive me chingando e falando que não tenho atitude e pareço uma criança de 10 anos , isso me machuca...
    Quando eu brigo com alguém me sinto totalmente inútil sinto vontade de morrer me jogar embaixo de um carro mas nunca tenho coragem realmente. Recentemente li um texto falando sobre o comportamento dos Boderline e muita coisa que falou lá me identifiquei sinto que encontrei minha doença , mas a identificação só seria com um psiquiatra entao por enquanto vou vivendo...
    É isso :)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. IMPORTANTE: por mais que seja difícil converse com seus pais. Por outro lado, tome muito cuidado com "amigos" da internet.

      Excluir
  23. Eu tenho 15 anos, mas me corto desde os 13 anos, foi cortes bem superficiais, nem dava pra se notar, mas com o tempo eu fui criando mais coragem e fui apertando mais o estilete e fazendo cortes mais fundos, que deixavam marcas, eu tenho surtos, que fazem eu ficar muito mal, ao ponto de desistir de tudo, tudo mesmo, minhas forças estão acabando a cada dia

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Acontece o mesmo comigo, quando fico muito ansiosa por causa de alguma briga com família ou namorado eu sempre tenho vontade de me cortar e acabar com a minha vida.

      Excluir
  24. Eu queria saber se sou louca ou vcs também sentem prazer em ver as marcas deixadas pelos cortes.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu acho bonito mesmo que seja errado... Eu faço a noite e fecho os ollhos e toco o relevo que eles se tornam na pele... Acho bonito como ficar vermelho na minha pele branca mesmo que poucas vezes sangre e acho bonito o modo como cicatriza... Mas tenho vergonha de que outras pessoas vejam.

      Excluir
  25. Olá, tenho 16 anos, já passei por 3 internações e tive vários diagnósticos falhos, já fui dita como esquizofrenica, bipolar, hoje os médicos dizem q tenho transtorno de personalidade borderline. Me corto desde meus 11 anos, quando não posso, me bato, me perfuro com agulhas, de algum modo, ver o sangue escorrer me trás paz, me faz esquecer de todos problemas, parece loucura né?! Minha mãe acha q faço isso pra de algum modo culpar ela, castiga-la, mas ela não entende que o objetivo é me ferir e não a ela... Sinceramente, não sei oq fazer, talvez ninguém esteja lendo isso, mas estou sem forças....

    ResponderExcluir
  26. Olá,chamo-me Ana e tenho 13 anos.Me automutilo desde os 12 anos..por várias razões como:vi pessoas a me trocarem quando disseram q nunca o fariam..vi pessoas a trair minha confiança e gente falsa interferindo na minha vida (estragando-a)..tinha muitos poucos amigos e os que tinha me consideravam como uma amiga normal.Isto tudo na escola..porque quando chegava a casa minha mãe brigava comigo pois minhas notaa estavam descendo e eu usava muito o celular(apenas para me distrair desta merd* de vida que eu tinha). A minha família nunca chega nem a sonhar aquilo que já passei..quando chegava a noite colocava uma música bem triste e me cortava bem forte. Um dia dessa semana minha mãe viu meus cortes sem eu querer..ela não me julgou e prometeu q nao diria nada a meu pai mas depois contou (julgando q meu pai iria ajudar) mas meu pai me bateu e disse que eu era doida..e que se ele visse mais alguma coisa destas ia me colocar para um hospício :')...estou arrasadq ajudem-me porfavor..tou farta de ouvir pessoas me julgando sem saber de nada da mina história.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Receba meu abraço bem forte de solidariedade. Força! Você está passando por momentos difíceis. Você não quer ser julgada. Então não julgue seus pais. Seu pai perde o controle, sua mãe perde o controle e você também. Troque o julgar por uma abraço bem forte. Vai ser mais fácil seu pai te entender.
      Não fique sozinha! Converse com eles, se puder. Lembre de tratá-los com toda delicadeza e apoio que você quer que venha deles. Seja o exemplo! Seja amiga! Seja próxima! E tenha paciência, porque mudar parentes próximos é demorado. Mas, acredite em mim, vale a pena.

      Excluir
  27. Oi, meu nome é Lívia e tenho 23 anos. Eu desde muito nova já sentia muita raiva dentro de mim principalmente quando haviam conflitos em casa, e assim eu transformava essa raiva em agressão contra eu mesma batendo a cabeça contra a parede, me enforcando com o lençol, esses tipos de coisa. Uns 2 anos atrás sofri em um relacionamento muito abusivo no qual terminou porque descobri que ele havia me traído com 9 garotas, então após isso passei a me odiar por pensar que eu deixei tudo acontecer e ter sido uma idiota que não conseguiu enxergar as traições. Passei a ter muitas crises de ansiedade e me bater mais ainda até começar a me cortar de vez em quando. Nesse tempo pra cá comecei a me relacionar com outra pessoa bem melhor que o último, mas nem ele e nem meus parentes conseguem entender o porque de eu não querer mais viver e me cortar, eu sinto um vazio enorme dentro de mim que não consigo explicar e mesmo tendo tudo o que uma pessoa possa querer ter, não consigo parar com isso e viver uma vida normal.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Livia, você tocou em assunto importantíssimo. A raiva que há dentro das pessoas. Procure o autocontrole deste seu lado. É a base para uma vida equilibrada.

      Excluir
  28. Oi, descobri que meu sobrinho se corta a 4 meses, estou super preocupada... Eu queria ajuda-lo de alguma forma.

    ResponderExcluir
  29. Olá meu nome e Simone tenho 19 anos me conto faz cerca de um ano e três meses. . Tô numa situação que não consigo me controlar quando começo a me cortar não consigo para tenho problema de família meu último relacionamento que me faz fazer isso.... Eu preciso de ajuda

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi
      Ja cheguei a me arranhar as vezes mas isto n se agravou.
      Tenho um amigo pelo qual acho q estou me apaixonando, que se automutila,bastante. Eu quero mto ajudar ele,e entender.
      Se vc quiser me dizer como se sente,acredito q estaremos nos ajudando, obrigada.

      Excluir
  30. Bom tenho 17 anos, e comecei a me cortar com 16,em (2017)tudo começou com uma briga dentro de casa e eu fiquei muito mal me bati e me arranhei, depois disso e de algumas outras brigas procurei coisas para poder me arranhar e machucar fiz isso e logo depois começaram os cortes, toda vez q faço eu me sinto melhor é como se quando o sangue sai a dor tambem saisse, mas quando tudo acaba eu me sinto culpada, culpada por ter feito aquilo e prometo nao fazer de novo, mas sempre q alguma coisa acontece eu penso em fazer de novo. Eu contei a uma amiga, e ela nao me julgou mas me arrependi me sinto fraca e frágil por ter contado isso a ela, me arrependo por ter contado, isso deveria ficar só pra mim, nao quero q ninguem saiba.

    ResponderExcluir
  31. Oiieh me chamo Kailane tenho 15 anos me corto desde os 12 anos no início pra mim isso era soh uns arranhões q n iria fazer mais isso q n mudariam em nda mais ao longo do tempo comecei a sofrer bulling na escola por ser baixinha e meia gordinha e entt euh decidi q iria me corta novamente para ver se minha raiva e angústia desapareciam o primeiro corte doeu um pouco e ao longo do tempo isso foi virando um hobby um vício que agr n consigo controlar quando minha minha mãe percebeu minhas cicatrizes pela primeira vez ela se assustou e pgt o pq n consegui responder apenas disse a n tinha nda a ver com ela e q era coisa minha pra ela n se preocupar ela fez totalmente ao contrário procurou ajuda com pisicologos e eles me diagnósticaram com depressão e agr ela hj nem liga mais ela soh me julga o que causa mais e mais cortes tenho uma melhor amiga q me tenta me ajudar mais n da mto certo tbm tenho uma amigo mto íntimo me sempre me ajudou fica madrugadas inteiras cvs cmg quando ele percebe em meu olhar q vou fazer isso d novo mais n consigo parar jah prometi q n iria fazer mais é q n ia pegar em uma lâmina novamente mais n cumpri o q prometi pois esse vício n consigo curar e essa eh a única forma de desabafar com algo que me entenda eh como sempre digo pra eles escrevo cartas a caneta eh a lâmina e o papel eh minha pele e tdo dia escrevo cartas em meus braços

    ResponderExcluir

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...