quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Você se esforça para ser vencedor ou perdedor?



Descubra regras para ser vencedor. Jamais seja o perdedor.



Imagine a cena.

Um pai fala para o outro pai.

- Tira da cabeça da sua filha fazer faculdade. Minha filha fez uma e continua no mesmo emprego.

Uma mulher, que estava próxima, escuta e comenta para a amiga:

- Que horror! Ainda existe pai deste jeito, que não quer que a filha estude?

Esta cena é real e retrata bem a diferença entre evolução e imitação.

Existe uma diferença entre fazer faculdade porque está na “moda” e aprender uma profissão através de um curso superior.

A diferença está na coerência e na intensidade de vida. Vamos entender:

- coerência: o foco é aprender. Portanto, o sujeito que vai para a faculdade e não aprende, não está sendo coerente.

- intensidade: a pessoa pode aprender um pouquinho, médio ou muito. Se ela se envolver e for “fundo”, aprenderá muito e poderá ter ótimo retorno do investimento de tempo e dinheiro (estude mais sobre a intensidade: clique aqui).

Um dos grandes problemas dos imitadores/seguidores é que eles querem imitar muitas coisas ao mesmo tempo. Assim, não conseguem focar e nem dar intensidade na vida.

Provavelmente, a filha do pai foi uma imitadora/seguidora. Deve ter feito um péssimo ensino fundamental, um péssimo ensino médio e um péssimo ensino superior. O resultado é péssimo. Melhor ficar em casa vendo novela, do que gastar dinheiro para fazer um curso superior sem se esforçar muito para aprender muito.

Intensidade e coerência: sem elas o esforço é grande e o resultado péssimo.

O esforço para fazer mal feita a faculdade é muito maior do que fazer bem feito. Os imitadores acham que se esforçam menos ao se entregarem à preguiça e à falta de compromisso.






O erro de avaliação dos imitadores acontece porque a mente funciona de outra forma. Quem faz bem feito ganha um prêmio. Sabe qual é o prêmio?  Ao fazer bem-feito a pessoa se energiza, eleva a autoestima, reforça a boa vontade e a satisfação. Tudo isto torna o esforço mais leve, portanto menos sofrido.

Alguns escolhem se esforçarem para serem perdedores. Outros escolhem seguir caminhos mais amplos, belos e eficientes. São escolhas.

Abaixo está um desabafo de um professor universitário (retirado do Blog do Luis Nassif):


Estou indignado com os jovens estudantes brasileiros. Sou professor de uma universidade privada, que atende universitários de classes C, D e E, há nove anos e vejo, que a cada semestre, uma legião deles está menos preocupada com o conhecimento.


O que importa mesmo é o diploma. Não sou tão velho assim, tenho 36 anos, mas nunca desrespeitei um professor --seja na universidade, seja no próprio colégio.

Por mais que prepare as aulas com dedicação, permanentemente preciso chamar a atenção dos alunos.

Certo dia, lecionando em uma sala com microfone, um grupinho fala mais alto do que eu. Imagine.





Conversas paralelas em tom alto, intervenções grosseiras, atendimento de celular em sala, são recorrentes no ensino superior. Vejo que a indignação não é só minha, mas de vários colegas da mesma universidade e de outras.


Quando o professor pede que o aluno saía da sala por indisciplina, são recorrentes dizeres como "eu pago e você dá aula" ou "sai você".

E se o professor sair da sala, é bem provável que os alunos recorram à ouvidoria da universidade.

Na segunda-feira, uma aluna me chamou de "cavalo" só porque chamei a sua atenção durante a aplicação da prova, pois ela tentava "colar".

Outro aluno da mesma sala me disse, ainda durante a prova: "Se você reprovar mais de 70% da classe, o problema não é mais dos alunos, é do professor".

A juventude brasileira está sem freios. Não sabem mais a distinção do certo ou errado. Isso me desanima.

Escolhi lecionar porque acreditava que poderia transmitir o conhecimento. Digo, agora com mais certeza, de que nós professores somos uma classe em extinção e sem mérito nenhum”.



Derrota é diferente de fracasso. Derrota é um momento, não precisa ser para sempre. Blog Caminho Nobre


Comentário:

observe o desabafo: basicamente, o professor reclama da falta de coerência dos alunos. Ou seja, se esforçam muito para produzir pouco

Sim, o esforço é muito. Esforço para pagar a faculdade, se deslocar até lá, assistir aula, fazer algumas lições, etc. Mas, tudo pouco produtivo.

Eles não possuem força interior. Portanto, qualquer esforço, por menor que seja, é pesado. 

O esforço pessoal deve ser sempre medido comparado às qualidades e habilidades que o indivíduo desenvolveu. Exemplo: um sedentário que correr 500 metros fará mais esforço e terá menos prazer do que um corredor que correr 2.000 metros. Um preguiçoso que transporta uma cadeira terá menos prazer e fará mais esforço do que uma pessoa que tem boa vontade . 

Concluindo: em baixa intensidade, o esforço fica grande, com poucas habilidades. 

A imensa maioria não terá quase nenhum retorno do seu investimento pessoal. Serão aqueles que desistirão, viverão a desilusão.

Pouca eficiência gera sofrimento, retrabalho e desavenças.

Responda você: você se esforça para ser vencedor ou para ser perdedor? (leia mais aqui)



 Evolução é caminhar do complexo para o simples e do difícil para o fácil


Autor: Regis Mesquita




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